
ps: sou incaz de andar em cima de saltos! o mais alto que tenho são umas botas, que por acaso calcei hoje, e limitam-se a três dedinhos de altura.
maga: s. f., mulher que exerce arte mágica; feiticeira; tripa de sardinha que serve para isca.

ps: sou incaz de andar em cima de saltos! o mais alto que tenho são umas botas, que por acaso calcei hoje, e limitam-se a três dedinhos de altura.
O Solstício de Inverno acontece anualmente num período que varia de
Não se sabe a data precisa do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não celebravam o Seu nascimento porque consideravam a comemoração de aniversário um costume pagão. Foi a Igreja de Roma a pioneira na adopção e institucionalização da celebração do Natal em 25 de Dezembro, ainda no século IV. Historiadores dizem que estas festas realmente surgiram muito antes do nascimento de Jesus Cristo.
A Mesopotâmia, chamada mãe da civilização, inspirou a cultura de muitos povos como os gregos, que englobaram as raízes do festival celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos. O Natal é uma adaptação católica das antigas festas pagãs. Estas festas eram promovidas por culturas ancestrais para comemorar o solstício de Inverno e trazer boa sorte à agricultura. O solstício de Inverno é a noite mais longa no hemisfério norte, e acontece no final de Dezembro. Depois do solstício, o sol vai gradualmente aumentando o tempo de exposição.
Foi em Roma que o solstício passou a ser conhecido como a data fixa do nascimento do salvador da humanidade, o filho de Deus e não o do Sol, filho da Luz.
O costume foi adoptado pelos gregos e, logo a seguir, pelos romanos, que perpetuaram a tradição através das Saturnais (homenagem ao Deus Saturno), realizadas entre os dias 17 de Dezembro e 1º de Janeiro. Os persas comemoravam, neste período, o nascimento de Mitra, Deus do Sol. Os persas acreditavam que um pequeno sol nascia sobre a forma de bebé, comemorando em 25 de Dezembro o Dia do Nascimento do Sol Invicto. Grandes jantares e árvores verdes ornamentadas enfeitavam átrios para espantar os maus espíritos da escuridão, e presentes de bom agouro eram oferecidos aos amigos.
Entre os druidas por exemplo, o solstício era comemorado como o dia da fertilidade. Muitas virgens escolhiam essa data para perderem a virgindade e muitas mulheres tentavam engravidar no dia do nascimento do sol.
Os Egípcios festejavam o solstício com rituais de magia que envolviam o cultivo de sementes e fecundações.
Os Indianos festejavam o solstício transcendendo os corpos em rituais dimensionais mágicos.
Os Maias elaboraram um calendário perfeito usando o solstício como o inicio do ciclo do sol e da lua na Terra.
Nos períodos de 21 de Dezembro e 21 de Junho, a radiação do sol na Terra atinge o seu momento máximo e os Maias projectaram esses ciclos num calendário que vai até o dia 21 de Dezembro de 2012.
Durante os primeiros três séculos da era cristã, a humanidade não celebrava o Natal como hoje.
No ano de 336 da nossa era, o Imperador Romano Constantino I, aproveitando os festejos do solstício da luz, anunciou aos povos do império a nova religião de Roma e contou a história do seu salvador. Essa religião tomou como base para a sua formação, muitas das valiosas e preciosas informações mais antigas. O nascimento do filho humano de Deus na Terra na mesma data do nascimento do sol, foi uma dessas adaptações feitas para a nossa era.
Alegria, danças, frutas, flores, amigos, amores... Da luz do sol à luz da lua, assim se comemorava o nascimento da vida.
Então não é que a querida da medusasss se armou em mãe Natal e me agraciou com este prémio?
feliz da vida, que não há nada melhor que chegar ao trabalho e verificar, pelo volume de tralha acumulada em cima da secretária, a falta que fiz e o quanto precisam de mim... ihihih
Era quarta-feira e o dia amanheceu com o sol tímido típico de Novembro. A manhã estava fria e eu tinha dormido pouco. A ansiedade que tomava conta de mim instalara-se há já uma semana e levantei-me cedo.
Uma simpática e gordalhufa rafeira (não me vou pronunciar quanto ao perfume), está de visita ao castelo, em amena convivência com a bruxa, o principe, as aranhas e restantes habitantes do dito.
À minha querida amiga, a anónima do Oeste que aqui tem vindo mandar bitaites!
Eu nem queria acreditar quando vi que até a velha bolinha vermelha (sim! a do canto superior direito do ecrã) já não é o que era!